descobrindo seu estilo em 7 passos

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Preparei esse post com base em algumas leituras que fiz nos blogs Into-mind, Style Bee e Un-fancy. Tenho que confessar que ainda não coloquei todos esses passos em prática, mas estou chegando lá (risos). Acho que seguindo essas dicas dá pra ter uma ideia de onde pretendemos chegar em questão de estilo e também como conseguir isso sem ficarmos falidas haha

Então, vamos começar?

Passo 1. Inspiração
Essa dica eu já dei aqui: monte quadros no Pinterest, ou uma pastinha no seu computador com looks que você gosta. Se você curte uma peça mas não sabe como usar, faça uma busca do item na internet e salve os que você mais gostar como inspiração. Analise o que essas inspirações tem em comum: cores, tecidos, alguma peça específica? Pra não se perder, selecione cerca de uns 20 looks. Atualização: tente escolher de 3 a 5 palavras que definam os looks. Algumas sugestões: simples, confortável, sexy, romântico, clássico, boho, moderno, despojado, delicado, elegante, criativo…

Passo 2. Experimentação
Pegue um dia para experimentar tudo o que você tem no guarda-roupa e ver se tem alguma peça que não faz mais seu estilo ou não dá certo pro seu dia-a-dia. Veja se tudo está servindo e se pergunte: quando usei isso pela última vez? Ainda serve? Vou querer usar “um dia” ou vou preferir outra coisa do meu armário?

Passo 3. Defina seus itens essenciais
Depois de experimentar, é hora de se perguntar quais os itens você quer manter e os seus básicos pro seu estilo de vida. Se pergunte: por que gosto desse item? O que gosto nele – a modelagem, a cor, o tecido? Condiz com o estilo que quero adotar?

Passo 4. Doar, consertar ou vender
Se não for usar e estiver em bom estado, você pode vender ou doar. Mas se estiver com algum defeitinho, lembre de consertar antes! Vale para os itens que você quer manter – arrume o que precisa antes de guardar novamente.

Passo 5. Registre looks para seu estilo de vida
Monte looks e tire fotos dos que mais gosta para lembrar depois. Crie combos práticos para as atividades do seu dia-a-dia (trabalho, escola, faculdade, academia e até ficar em casa). Mas lembre sempre de pensar na sua realidade antes de começar: se você não usa salto, não adianta só montar looks com salto. Se na sua cidade faz calor, a mesma coisa: faça produções com peças e tecidos leves e que não esquentam etc.

Passo 6. Faça listas
Faça listas das suas peças favoritas e das menos favoritas. Faça listas do que você precisa incluir no seu guarda-roupa – isso ajudará você a se orientar na hora de comprar e evitar que você compre por impulso algo de que não precisa. Essa dica é preciosa, pois ajuda muito a gente a se manter na linha na hora das compras.

Passo 7. Estabelecer prioridades
As listas te ajudarão nisso: compre primeiro o que você mais precisa e depois vá agregando os itens não tão necessários.

Pronto! Acho que seguindo esses passos dá pra gente organizar melhor o que precisamos e o que fazer pra alcançar o estilo que desejamos.

Espero que tenham gostado!

Beijos

o que aprendi sobre meu estilo

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Meu estilo já foi muito influenciado pelas revistas e até blogs que lia antigamente. Eu achava que ter alguma peça que estava em alta ia me fazer ficar bonita ou mais “na moda”. Eu tenho um vestido preto que nunca usei porque todo mundo falava que eu tinha que ter um vestido preto.

Primeiro, ter o que todo mundo tem vai fazer eu ficar igual a todo mundo, e isso é o que eu menos quero. Na época da faculdade eu adorava usar aquelas saias de hippie, brincão e blusinha básica de alcinha porque aquilo me fazia sentir que eu era diferente, sabem?

Lembram daquelas calças listradas de preto e branco? Todo mundo tinha uma, e eu quase comprei hahaha Ainda bem que não, porque eu ia ter me arrependido horrores! Mesma coisa com as saias midi ou essas pantacourts: eu não caio mais nessa. Não é minha praia, não uso, não me sinto bonita com elas, por que eu iria comprar?

Outra coisa que me deixava chateada e até culpada era olhar pras minhas roupas e às vezes não me enxergar mais nelas. Vide as saias hippies de antigamente. Elas enchiam meu guarda-roupa antes e agora não quero nem ver mais na minha frente haha Eu pensava: poxa, mas eu usava tanto, e agora vou doar? Que desperdício! Mas não vale a pena se sentir culpada por isso. A gente evolui, nosso estilo evolui junto e nossas necessidades também. Hoje, não usaria uma saia daquelas no meu dia-a-dia: trabalho num escritório, preciso usar roupas mais formais, agora não dá mais, e nem quero mais!

E tudo bem errar também. Quem nunca comprou uma coisa errada, ou um sapato que machuca, né? Pra gente entender nosso estilo, o que funciona ou não, leva tempo e prática. E alguns erros também.

A gente não tem que se obrigar a usar coisas que estão na moda só porque são tendência. Temos que usar o que nos faz bem, concordam?

Beijos!

Imagem: Unsplash

minha paleta de cores

Dando sequência às minhas reflexões sobre estilo, selecionei algumas peças que são minhas favoritas atualmente e percebi que elas se encaixam em uma paleta de cores neutras que são facilmente combináveis entre si.
Isso faz com que seja fácil e rápido escolher um look completo e não tem muito o que errar. Pode parecer meio chato e sem graça, mas isso diz muito sobre meu estilo ultimamente.
Mas cada um tem que lembrar que não é porque minha paleta de cores é neutra que a de todo mundo tem que ser – isso é um reflexo do meu gosto pessoal. Se você prefere cores mais vivas sua paleta de cores vai ser bem diferente da minha, com as cores que você mais gosta. Isso é um exercício para aprender também quais cores de roupa combinam melhor com as que você gosta ou já possui.

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E como eu já suspeitava, é quase tudo branco, preto e cinza kkkk Mas no meio tem um azul marinho, um jeans e um caramelo, que apesar de serem neutros vão dar uma variada nas combinações que costumo fazer. Eu acho que são neutros, mas com uma bossa rs São eles que dão um ar mais interessante no meu guarda-roupa. Claro que tenho roupas em outras cores como rosa, cor de vinho, rosé/nude, verde escuro, azuis… mas como a base do meu armário é de cores neutras, me sinto mais confortável para usar peças coloridas – acho que elas recebem destaque quando decido usá-las e não fica uma bagunça de cores, uma brigando com a outra. Mas no final, acabo deixando as cores mesmo pros acessórios – cinto, bolsa, pulseiras, sapatos…

Fazer uma paleta de cores me ajudou muito a identificar quais são as cores que mais uso e também a errar menos na escolha das peças que compro.
Quero saber agora qual a paleta de cores de vocês!

Beijo!

reflexão para um guarda-roupa melhor

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Como vocês sabem, estou em busca de um estilo que me defina melhor – confortável, simples e clássico. Com isso, quando olho parte parte do meu guarda-roupa – a parte que não está dentro do estilo que desejo – não consigo me enxergar usando algumas peças. Isso é normal e provavelmente já aconteceu com vocês.

Aí bate a frustração de talvez estar comprando errado coisas que não preciso ou ainda aquele pensamento: Como na vida eu fui parar aqui com esse guarda-roupa que não parece meu? Olha, é bem triste quando você vê que fez algumas escolhas erradas – quem nunca, né? – mas não adianta chorar pelo leite derramado.

E como eu não quero mais investir em coisas que talvez eu não queira usar futuramente, eu andei procurando alguns passos para refletir melhor sobre o que eu quero pra vida e pras minhas roupas e encontrei algumas dicas valiosas:

1 – Montar um quadro de inspirações
Essa é muito boa e já faço há algum tempo no Pinterest. Você pode também reunir fotos de revistas que você viu e achou bonitas ou ainda fazer listas das peças com que você mais se identifica. Mas ó, não adianta montar um quadro de coisas que você acha bonitas mas não são usáveis no seu dia-a-dia. Exemplo: teve uma época que saia de tule tava super em alta, não faz muito tempo. Quando vi, achei lindo, mas ainda bem que não inventei de comprar. Nunca usaria uma saia dessa hoje, acho exagerado e chamativo demais. Então, antes de comprar algo que é bem diferente das coisas que costumo usar normalmente eu dou um tempo pra ver se aquilo é modinha passageira.

2 – Comprar roupas que sirvam para várias ocasiões e para seu dia-a-dia
Isso é mais difícil, mas é algo que venho tentando exercitar. Eu uso muito jeans e cores neutras, SEMPRE. Então, acho que seria mais difícil pra mim, usar um vestido vermelho por exemplo. Nem que eu ache lindo, onde vou usar esse treco? O mais complicado no meu caso é: eu tenho um vestido de um modelo que amo na cor cinza, mas quero ele também em azul, branco, listrado etc. Lógico, se você veste uma roupa social pra ir trabalhar, mas no fim de semana é mais casual, fica pior, não tem muito o que fazer. Eu, por exemplo, gosto de vestidos e shorts, mas não uso pra trabalhar, então é um fator complicador pra mim. Por mais que eu queira ter uns vestidinhos e shortinhos, acabo usando só nos fins de semana, então dá dó de comprar muitos se não uso com tanta frequência. Apesar de gostar dessas peças, tenho que me controlar pra não abusar.

3 – Pensar no clima da sua cidade
É, minha gente, não adianta querer ter vários casacos se na sua cidade só faz calor a maior parte do ano. Eu por exemplo, acho lindas aquelas camisas sociais mais larguinhas tipo boyfriend, mas fala sério: aqui onde eu moro, se tá calor nunca vou usar uma dessas, esquenta demais! E se tá frio já tenho que usar uma blusa mais pesada. Não é prático pra mim. Isso também é uma dificuldade grande, pois apesar de ser um item que gosto não se encaixa com as minhas necessidades.
Mesma coisa para os tecidos: aqui é calor então roupas de poliéster esquentam muito, além de não terem um acabamento bonito. Já me livrei de várias blusas de poliéster que infelizmente não tinha condições de usar.

4 – Não comprar os “must-haves”
Essa eu já aprendi. Sempre que falam que você precisa ter ou precisa comprar algo pra ficar dentro da moda: eu fujo. Primeiro porque eu não quero ficar igual a todo mundo. Segundo porque, tem tudo a ver com a dica 2 – teve uma onda de moda anos 70 ultimamente. Acho lindo – sério. Mas onde eu vou usar aquele monte de franjas, estampas bohemian, kimonos e outras peças que não têm nada a ver com minha personalidade e com a imagem que eu quero passar? O que me leva para a dica 5.

5 – Comprar roupas que reflitam sua personalidade
Sabe aquela roupa que você acha linda quando vê em alguém ou em alguma foto e depois tenta em você e não fica legal? Isso acontece porque talvez naquela ocasião e naquele local, com todo o contexto que a roupa estava inserida, ela combinou super bem. Então, tem que saber separar o que é seu estilo e condiz com a sua personalidade de todo o contexto e ambiente em que determinada roupa estava. Se ainda assim gostar, tem menos chances de errar.

De quebra, mais um item que acho importante: manter apenas o que você AMA. Sempre que vou viajar faço as malas com minhas peças favoritas e fico muito feliz com elas. E sempre que vou sair, acabo usando as mesmas peças de sempre – as que amo.

Ufa, que textão hein. Mas esse guia eu fiz a partir de algumas inspirações que tive lendo blogs por aí, como o Teoria Criativa e Un-fancy. Espero que seja útil de alguma forma pra vocês. Pra mim, vai ser importante reler essas orientações sempre: vira e mexe eu me perco na hora de comprar alguma coisa e me frustro quando olho pro meu armário. Espero que seguindo esses passos eu também fique mais consciente das minhas escolhas.

Beijo!

estar bem vestida não é estar na moda

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Começo esse post dizendo que hoje em dia, apesar de algumas limitações, a moda nos permite muito mais do que permitia antigamente. Temos várias marcas à disposição, muitas opções de modelos de peças, uns que favorecem nosso corpo, outros nem tanto, referências de estilo para seguir, preços mais acessíveis e o fato de que podemos usar praticamente o que quisermos para definirmos nosso estilo. Fora que tem tantos “estilos” hoje em dia que fica difícil se categorizar em um apenas: ninguém é casual o tempo todo, nem chique, nem esportiva, nem básica etc.
Só que muitas vezes a gente acha que “tem que ter” determinada peça pra ficar na moda, ou se encaixar em algum padrão, mas vou contar um segredo: não tem que ter nada, não! Temos que ter e usar o que gostamos e o que faz a gente se sentir bem consigo mesma. A roupa da vez não vai nos deixar mais felizes ou mais bonitas, e além disso daqui a um mês pode não estar mais na moda e nunca mais vamos olhar para aquela peça.

Se você se sente bem usando estampas, acessórios, coisas coloridas: ótimo, use! Sem pensar no que os outros vão pensar e sem ter medo de errar. Eu por exemplo, já me sinto bem usando roupas mais lisas, básicas, estampas mais discretas e olha que beleza: é ok também! Mas quando quero posso variar, compor um estilo romântico, vintage, boho, enfim… não preciso me prender a uma coisa só. Isso que é o mais legal da moda de hoje, tem de tudo um pouco, tudo misturado. Lógico que sempre vai ter alguém que pode olhar torto pra você porque você está usando uma coisa diferente, mas o que é que tem? Deixa olhar, ué!

E outra coisa importante: qualidade é sempre melhor que quantidade. Não adianta ter um monte de coisa parada no gurda-roupa e sem uso. Só entulha e atrapalha a gente na hora de escolher o que vestir.

Fora isso, é legal avaliar se a roupa que você usa tem a ver com a imagem que você quer passar e é adequada para o ambiente que você vai estar. Exemplo: você gosta de usar roupas com uma pegada rocker, bastante preto, batom e esmaltes pretos, tachinhas nas roupas, jeans destroyed… Ok, mas você vai a um casamento e não quer ficar igual a todo mundo. Sem problema, você não vai usar tudo isso de uma forma que os elementos não conversem entre si, é só trabalhar alguns desses elementos de maneira diferente. No lugar do jeans destruidinho, um vestido preto básico cai bem, uma maquiagem com olhos marcados, acessórios como braceletes e pulseiras combinadas com um sapato mais pesado já dão o efeito desejado. É tudo questão de avaliar o que você quer valorizar e a imagem que você quer transmitir no meio social em que está.

Pra concluir, na moda não tem certo e errado definido, é tudo meio instintivo e na base da tentativa e erro de cada um, só assim a gente descobre e aprende o que dá certo e o que não dá 🙂

Beijo!

Foto: Stocksnap

o charme dos gorros

É gente, não adianta chorar, o verão se foi e o inverno taí pra lembrar a gente que a vida não é fácil tá na hora de fazer uns looks quentinhos, confortáveis e bem estilosos pra mostrar no blog, o que aliás estou ansiosíssima pra fazer! Então antes de mais nada, peço desculpas a vocês porque não consegui fazer uma produção essa semana, mas vou tentar fazer isso o quanto antes, tá?

Não sei se vocês já ouviram falar, mas para as francesas sair de casa sem nenhum acessório na cabeça é como sair sem roupa, e foi nelas que me inspirei pra falar do acessório de hoje, que tem tudo a ver com o climinha ameno desses dias: o gorro. Antes eu achava super difícil usar gorros, mas quando fui pra Campos do Jordão (SP) o que eu mais via nas vitrines da lojas eram peças em lã como cachecóis, casacos e muuuuitos gorros, de todos os tipos, o que me levou ao impulso de comprar um porque achei lindo. Consequentemente, tive que usar senão ia ser dinheiro jogado fora né? Kkkk Separei algumas referências de gorrinhos bem fofos e quentinhos, quem sabe vocês não se animam também? Eles deixam o look super moderno e interessante, vejam só:

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1 – Gorrinho azul marinho, como é uma cor mais sóbria acho que combina com quase tudo, lindo!

2 e 5 – Gorrinhos com pompom, eu achava meio estranho antes, mas agora gosto e acho que para ocasiões mais casuais funcionam super bem.

3, 4 e 6 – A-MO esses gorrinhos que ficam mais soltos na parte de trás da cabeça (beanie), fica super descolado e moderno.

7 – Esses que ficam mais certinhos na cabeça são bons pra compor um estilo delicado e romântico.

Até senti uma quedinha pelos gorros com pompom, não são lindos? 🙂

Beijo!